Dor neonatal: a percepção da equipe de enfermagem na unidade de terapia intensiva neonatal

Fernanda Bemfica Alves, Flávia Andrade Fialho, Iêda Maria Ávila Vargas Dias, Thaynan Miranda Amorim, Marli Salvador

Resumen


Introdução: A dor é considerada hoje como o quinto sinal vital e sua subjetividade aliada à incapacidade de verbalizar pelo neonato são fatores que dificultam sua interpretação. Frente a este contexto o presente estudo teve como objetivo discutir a percepção da equipe de enfermagem em relação à dor do neonato identificando as atitudes desses profissionais frente ao recém-nascido com dor na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Materiais e Métodos: Pesquisa de abordagem qualitativa, utilizando como instrumento a entrevista semi-estruturada. Os sujeitos envueltos foram integrantes da equipe de enfermagem atuantes no setor de UTIN. O cenário foi um hospital maternidade do município de Juiz de Fora- MG. Resultados: Os resultados mostram que a utilização de escalas de dor não é uma realidade, e que os profissionais a pesar de identificarem a dor do recém-nascido, reconhecendoa, na maior parte, de forma empírica, vinculam o tratamento da dor como uma ação dependente da prescrição médica. Conclusões: Seria interessante o aprofundado deste tema em programas de educação permante para que haja uma maior sensibilização por parte dos profissionais. (Rev Cuid 2013; 4(1): 510-5).

Palavras chave: Dor, Recém-Nascido, Enfermagem (Fonte: DeCS BIREME).


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